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Outbreak - O Dia depois de Amanhã

em Ter Mar 06, 2018 11:36 am
Relembrando a primeira mensagem :


Estava frio, a garoa caia suavemente dos céus, tu olhava pela janela a vila, sentia calma e tranquilidade, mas algo lhe incomodava, os céus se escureciam num período de tempo incomum... Algo estava errado e tu sentia, algo na vila...


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Re: Outbreak - O Dia depois de Amanhã

em Sab Mar 10, 2018 9:45 pm
"Não consigo ainda deduzir o que aconteceu" - Tentava olhar pelo local para ver se encontrava alguém ali dentro, seja humano ou não, afinal, qualquer uma pessoa revoltada poderia ter feito aquilo vendo a situação atual do vilarejo. Tinha certeza de que alguém teria saqueado o local, não iria reclamar daquilo, afinal, estávamos num momento de crise na humanidade.
Iria investigar ali para ver se encontrava algo, item, que poderia ser útil.
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Re: Outbreak - O Dia depois de Amanhã

em Dom Mar 11, 2018 10:49 am

No primeiro andar não havia nada, a sala de pergaminhos estava intacta, porém, não havia nada útil, por exceto pinceis e um monte de papeis, seu camarim estava como sempre, pois estava trancado, lá haviam alguns pertences seus...
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Re: Outbreak - O Dia depois de Amanhã

em Dom Mar 11, 2018 12:52 pm
Ia em direção ao meu camarim, abria a porta usando minha chave e girando a maçaneta, esperava encontrar algo útil para a nova jornada, guardaria a chave e fecharia a porta.
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Re: Outbreak - O Dia depois de Amanhã

em Dom Mar 11, 2018 7:48 pm

Em sua mesa havia um conjunto de Wakizashi e Tanto num ornamento, fora os papéis de seu oficio, fios dentro de uma gaveta com duas Kunais e dois remédios analgésicos...
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Re: Outbreak - O Dia depois de Amanhã

em Dom Mar 11, 2018 7:55 pm
Colocava os remédios dentro da bolsa, os fios enrolados no círculo da base das kunais e dentro da bolsa. A Wakizashi colocava sua bainha em minha cintura e a tanto com sua bainha em minhas costas. Investigava os papéis que estavam na mesa e depois andaria pelo estabelecimento tentado olhar pela janela a situação do vilarejo, localizar pessoas e monstros, tentar fazer um mapa em minha mente isso sem deixar ser visto pelas criaturas pela janela.
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Re: Outbreak - O Dia depois de Amanhã

em Dom Mar 11, 2018 8:27 pm

Após coletar os itens você analisa os papéis que não traziam muitas informações, apenas despesas, ordens para construções e gastos na vila...

Olhando pela janela você vê os três caminhos possíveis a partir do gabinete, uma estrada reta e outras duas diagonais, como a ponta de um triangulo, a rua da esquerda estava interceptada, a do meio foi onde encontrou-se com uma dúzia de zumbis, já a da direita não conseguia ver muito...
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Re: Outbreak - O Dia depois de Amanhã

em Seg Mar 12, 2018 11:28 am
- Nada que sirva... - Procurava olhar a rua da esquerda para ver o que a interceptava. Em seguida iria para minha cadeira no camarim e lá ficaria sentado descansando um pouco, esperava que alguém aparecesse ali ainda.
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Re: Outbreak - O Dia depois de Amanhã

em Seg Mar 12, 2018 2:25 pm

A casa explodida interceptava a rua... Você se senta para descansar mas nada acontece...
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Re: Outbreak - O Dia depois de Amanhã

em Qua Mar 14, 2018 1:49 am
Tédio - Eram as palavras que saltavam de minha boca, esta que estava seca como as regiões ensolaradas de nosso continente, minha voz saía de maneira trêmula como de uma criança esperando a incerteza do amanhã, claramente algo que faz sentido em jûs ao título posto sob essa aventura.
Tendo artifícios ao meu alcance e espalhados por minhas vestes eu tinha a certeza de que qualquer tipo de movimentação que eu fizesse até o momento seria mais segura tal qual àquelas falhas que de maneira abrupta trouxe a morte de uma família inteira, que lástima. Obriguei meu cansado corpo a levantar-se mais uma vez, esse cansaço que possuía uma propriedade diferente de tais cansaços conhecidos normalmente como cansaço físico ou mental, este era classificado como um cansaço por falta de atividade. Meu corpo sentia a obrigação de estar envolvido em alguma coisa chamativa ou que despertava tanto meu interesse que fazia tanto efeito quanto o uso drogas pesadas.

Após levantar-me mais uma vez, agora com um objetivo distinto em minha mente, olhei mais uma vez pelas janelas com algo em mente. Fitei o lado esquerdo a qual possuía uma inclinação para sua direção como se formasse uma linha paralela e inclinada para com a rua da direita, assim, devo ter uma leve dedução a qual essas ruas eram iguais numa proporção oposta, ou seja, simetricamente opostas. Tendo em vista que a rua da esquerda era a última a que eu tinha vindo e também era a estrada a qual tinha ocorrido aquele trágico acidente, coloquei-me na curiosidade de ignorar tal rota que poderia servir de inspiração para um plano futuro, pois claramente naquela rua haviam muitos indícios de construções básicas e mal estruturadas vindo do governo de líderes anteriores, logo, passivelmente delicadas eram tais construções, cuidado deve ser tomado. De qualquer forma existe uma possibilidade de abrir aquele caminho e encontrar do outro lado algo que seja interessante, mas não para o momento, aquela rua na atual situação bloqueava qualquer vinda do centro comercial, onde por esta hora da manhã estaria um inferno na terra, - Julgo ter muitas daquelas criaturas na região norte, Acredito que seja o ponto inicial da infecção.

Andei mais alguns passos para a janela do meio já esperando uma resolução imediata daquilo, nada poderia ser retirado dali com as informações que eu tinha. Uma casa invadida por aproximadamente uma quinzena de zumbis, uma outra casa fechada por dentro e que aparentemente não havia ninguém na residência, se não, haviam barulhos mínimos que fossem e meus sensíveis ouvidos teriam captado tais, ou teria sentido o cheiro dentro da residência. Por ser uma casa que estava trancada pela parte de dentro como indicava a janela com trava interna e a falta de oleosidade na maçaneta que dava a entrada pela casa, julgo que mesmo que tivesse alguém na residência, já teria bastante tempo que ela estava dentro ou simplesmente reforçaria minha tese de que a pessoa estava na rua, provavelmente no centro comercial. Levando a julgar que o dinheiro, ou salário caso prefira, que uma pessoa leva por dia nas regiões dos vilarejos era suficiente para todo dia fazer refeições, é capaz de que aquela residência possua recursos, ou seja, comida. - Preciso de um Peão - Comentava, já tendo em mente de quê precisaria de mais alguém para limpar os zumbis na rota e desbloquear o caminho, assim como conseguir uma ajuda para abrir a casa e ter uma estratégia de segurança para sua saída.

Andando agora para a última janela, dessa vez com meu queixo adormecido em cima de meu peito, com as mãos para trás na altura da cintura e entrelaçadas com a mão esquerda serrada e a direita a sobrepondo. Olho para aquele caminho e tento retirar alguma informação apenas da leitura do que aquele caminho indicava: Nada. Mas como um célebre detetive diria "Você vê, mas não observa", é claro que naquela rua tinha algo. Afinal, eliminando as opções erradas, por mais impossível que pareça aquela é a resolução. Aquela rua não aparentava ter nada de especial, no horário do dia a qual o grito e a explosão luminosa ocorrera era um pico de tráfego, logo, a área comercial estaria extremamente movimentada com centenas de moradores no vilarejo, todas as ruas teriam que ter o mínimo de pedestres possíveis, é a lógica. Todas deveriam ter pessoas andando, logo, é muito estranha a situação em quê encontra, mesmo dessa distância, provavelmente um olho humano conseguiria detectar diferenças do cenário cotidiano, como uma casa extremamente cheia como no caminho do meio ou uma estrada em chamas no caminho da esquerda.  Levando em consideração que até o momento não pude nada detectar nessa rua, julgava pelos meus instintos dedutivos que, os acontecimentos estavam aproximadamente quarenta metros desde o início da rua, coisa que distanciaria no mínimo 200 Metros de onde estou, causando uma falsa visibilidade e noção de tranquilidade.

Levando a julgar tantas hipóteses sobre aquela rua, só conseguia pensar em poucas opções para tal: A) Todos ali viraram infectados B) Estão sendo impedidos de passar por algo através da casualidade(reforçaria minha tese da simetria oposta ao caminho esquerdo) e C) Todos morreram na mão de inimigos poderosos.

Por quê levantava essa hipótese C? Claramente estou no edifício mais importante do vilarejo, onde se encontra os líderes e as finanças de tal. Um subordinado em sã consciência tentaria a todo custo encontrar o seu líder ou pessoa de mais alto cargo para comunicar de sua atual situação, coisa que em bastante tempo não ocorreu, levando em consideração as situações das outras ruas, englobei os acontecimentos em ordem, como a infecção ocorrida no caminho do meio e a tese do caminho da esquerda, faltando apenas o mais improvável que se torna ridículo de fácil de perceber quando se está extremamente explicado.

Minha curiosidade apitava depois de tanta reflexão sobre a realidade, provavelmente tinha pensado nisso em no máximo cinco segundos, precisava de no mínimo oito para ter certeza de toda essa tese, mas minha falta de atividade amortecia meu cérebro e o excitava em busca de mais exercícios físicos e mentais, afinal, não tinha comigo nenhum tipo de droga recreativa para ocupar meu cérebro.

Com meus artefatos no corpo e nas vestes, saio do gabinete ainda com minha postura pensativa e vou para a entrada do edifício, coloco por fim minha tonfa na mão esquerda agora e saco minha lâmina fina e dupla denominada Wakizashi com minha mão dominante e vou em direção ao caminho da direita, ansiando pelo desconhecido.
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Re: Outbreak - O Dia depois de Amanhã

em Qua Mar 14, 2018 11:04 am

Saindo do gabinete você segue pelo ultimo caminho restante... Tu anda alguns metros, mas logo para, ao ter a impressão de ver um vulto se rastejando por uma parede até o topo de uma casa e saltando! Parecia humanoide mas andava como uma aranha...? A criatura some na névoa seguindo adiante...
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Re: Outbreak - O Dia depois de Amanhã

em Qua Mar 14, 2018 5:36 pm
O caminho de fato não me chamara muita atenção, provavelmente devido a semelhança prevista anteriormente. Conforme andava pelo local, conseguia abusar de minha visão para sentir possíveis interrupções, imaginava que possivelmente estaria em uma grande encrenca.
Um vulto com alta movimentação, capaz de dar saltos. Até então tais características eram comuns para o quê havia sido visto antes, afinal, um cão pode fazer isso com muita facilidade como foi demonstrado enquanto uma bela criança era devorada por uma dessas criaturas. O quê incomodava meus sentidos era pelo simples fato de aquele vulto ter uma aparência humanoide e locomover-se como um aracnídeo, Naquele instante senti calafrios absurdos que confundiam brevemente meus sentidos.

Meu senso de aventura avisa meu próprio corpo que certamente eu deveria tomar uma medida drástica quanto aquele novo perigo, assim eliminava todo e qualquer pingo de sentimento daquele novo caso. Notava que a criatura se camuflava com a névoa que aparentemente era constante naquele ambiente, quem sabe não era a presença dela ou daqueles seres que estava causando tal? Apenas algo de nível nuclear poderia afetar daquela forma o tempo, mas tal informação deve ser desconsiderada no momento.

A visão, que anteriormente era meu sentido aliado, agora se tornava meu maior inimigo. Não seria a visão que denunciaria a posição de meu oponente, sim os meus outros sentidos aguçados que estariam me ajudando nisso. Não duvidava que a criatura pela forma que andava ou se comportava tinha alguma forma de adaptação para corrida e pulos de forma tal qual não fosse detectada por métodos normais de detecção, algo como se fosse uma evolução natural do ser humano para a caça.

Coloquei meus sentidos a um nível extremamente elevado, primeiro controlando minha respiração que era totalmente influenciada pelo meu estado de espírito atual, agora, neutro, então a respiração não soaria como uma caixa de som em meus ouvidos. ´O olfato em um ambiente enevoado se torna um grande inimigo assim como a visão devido a umidade ao ar, impedindo com que meu uso de sentidos aprimorados a apenas um: A audição, aquela que seria totalmente dependente das alterações corporais da criatura que provavelmente havia sido adaptada, mas como localizar isso? Até mesmo eu me perguntava enquanto andava por aquele local aparentemente sem nenhum plano em mente de detecção.

Até que em forma de epifania me surge uma ideia, uma variável que pode quebrar essa dúvida constante. O primeiro passo seria dar passos pesados e levar a minha interpretação a outro nível. Os passos pesados gerariam sons, estes sons que com ouvidos treinados ajudariam a criar um campo sonoro até onde o ouvido consegue captar, ou seja, dentre 20 metros uma constante sonora havia sido criada e assim que qualquer criatura entrasse naquele campo de vinte metros, a sonoridade seria alterada como o som de um vento sendo cortado(exemplificando ao você colocar um membro para fora de um carro em alta velocidade), avisando meus sentidos de qual direção se encontra o perigo.

Tendo em mente meu ponto inicial da estratégia, agora tudo o quê restava era uma forma de reagir a tal ameaça. Mas como reagir a uma ameaça simples? Óbvio, usando métodos incríveis de dedução. Tendo em vista o ambiente pesado devido a névoa, para movimentação rápida, deveria ter possivelmente um corpo leve, ou seja, com pouca massa muscular ou gordura,. Adaptações a seus membros são óbvias, logo, uma criatura voltada para caça. Não sabe-se a origem de tal, mas obviamente ela não deve ser acarretada de alto intelecto.

Julgando tais características simples conclui-se dentro da área de informações que: É uma criatura leve, magra, logo, perde boa parte da massa enquanto era humano, caso seja um derivado de um ser humano. Por ser adaptado a caça, algo que pode ser descoberto devido uma análise de seu comportamento, provavelmente a criatura deve ter garras ou mãos grandes adaptadas ao objetivo, assim como, seu campo de visão deve ser ruim ou nulo, devido a boa utilização ad névoa como camuflagem, gerando uma informação final que provavelmente ela se guia pelo olfato ou pela audição apurada, cortando a opção do olfato devido o fato de estarmos rodeado de névoas, sobrando apenas a última opção: Audição, assim como eu, a criatura estaria dependendo de sua audição, concluo mentalmente que "É uma nova criatura, adaptada para a situação, feita para destruir todo e qualquer residente de konoha. É diferente dos cães e dos humanos infectados, é algo novo, estou curioso para saber sua origem"

Conseguindo deduzir tudo o quê podia no menor tempo possível, esperava que a estratégia criada usando o primeiro passo dum campo auditivo também o afetasse devido sua forma de detecção, assim, da mesma forma que eu criava uma proteção, eu criava um atrativo ao meu oponente. Não duvidava que ele não demorasse muito para vir realizar o ataque, então algo deveria ser feito logo que a criatura entrasse no campo de audição, através dos sons tentaria diferir sua movimentação de: Um som constante para uma investida com pulo e uma movimentação vibrante para uma investida com corrida. Levando-me a duas estratégias consequentes: Caso uma investida com pulo, usaria a mesma estratégia usada para o ataque, pulando em outra direção para sair do alcance de seu corpos e caso uma estratégia com corrida, me viraria já defendendo seu golpe com a tonfa que provavelmente seria descartada após tal e tentaria realizar um golpe com a Wakizashi, um corte em um de seus membros para que rastro seja criado assim como um atraso em sua movimentação.

É claro, esse último parágrafo e raciocínio e estratégia só será considerado caso ele adentre o campo dauditivo, como um método de defesa, se não, continuaria andando seguindo a estratégia inicial.
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Re: Outbreak - O Dia depois de Amanhã

em Qui Mar 15, 2018 7:24 pm

Enquanto analisando a situação, você ouve um berro monstruoso adiante, há cerca de trinta metros a sua frente, era horripilante, definitivamente não humano, o que te faz pensar por um minuto se valia ou não a pena seguir por tal direção...
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Re: Outbreak - O Dia depois de Amanhã

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