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Ficha - Baam

em Qui Out 26, 2017 1:47 am
"Informações de Baam
Nome: Baam; Clã: Mamushi;
Idade: 15; Sexo: M;
Elemento: Raio;
Altura: 1.65; Peso: 60;
Cor do Olho: Carmesim;
Cor do Cabelo: Castanho escuro;
Medo: Não concluir meu objetivo;
Qualidade: Focado;
Defeito: Antipático;
Sonho:  A Torre de Deus;
Mão Predominante: Canhoto;
Características Psicológicas: Frio e calculista e intrometido;
Características Físicas:  Magro, altura mediana para a idade. Possui logos cabelos que cobrem seus olhos constantemente;
História: Minha história? Nem eu lembro aonde começou. A única coisa que me lembro é de estar em uma caverna escura, algumas gotas de água saiam das frestas do teto da caverna e caiam em minha testa. Eu lembro do frio que sentia. Acho que é o que me lembro de melhor. O frio.

Quando fui descoberto por um grupo de viajantes que apenas procuravam abrigo da caverna, eu estava só e coberto por uma gosma negra, meus cabelos tocavam o chão. Eu devia ter de 10 anos naquela época. Estava magro e sem roupas, no meu peito era visível uma grande cicatriz com as seguintes palavras: vigésimo quinto Baam (Ninguém nunca entendeu porque eu tinha aquilo “tatuado” em meu peito, mas ninguém questionava de verdade). Os nobres viajantes tomaram conta de mim. Me deram roupas. Me deram comida. Me deram água. Até hoje não entendo o motivo que os levou a serem tão caridosos comigo, mas eles o foram.

O tempo passa, a maior parte dos viajantes se separam e agora já devem ter formado suas próprias famílias, já alguns estão mostos. Os que sobraram eram minha irmã e meu pai adotivo. Mas logo até eles iriam desaparecer de minha vida.

Durante uma noite fria e nebulosa, enquanto minha irmã, Mina, e eu dormíamos como uma pedra dentro de uma cabana localizada em uma clareira, nosso pai fazia guarda. Acabana aparentava estar abandonada a muito tempo, as madeiras estavam podres, o teto estava cheio de furos e quase caindo. Não era inverno, mas fazia muito frio naquela noite, um frio equivalente ao frio da caverna que eu sentia a anos atrás, mas minha irmã me protegia dele com o calor de seu abraço sobre mim. Dizem que os irmãos mais velhos são os que protegem os irmãos caçulas... não no nosso caso, Mina era mais nova do que eu, não devia ter mais de 12 anos naquela época, enquanto que eu já possuía 14, ela sempre tomou conta de mim quando estava doente ou algo parecido.

Lembro-me de ter acordado com um baque vindo do lado de fora da cabana. Imediatamente me levanto e corro em direção a porta, mas já era tarde. O corpo inerte do meu pai era iluminado pela luz do luar. Ele estava caído no chão da varanda, ainda consegui ouvir um gemido fraco e choroso vindo dele. Me atiro de joelhos ao chão para poder escutar suas últimas palavras, porém ele acabará de falecer em meus braços. É estranho repensar sobre isso agora, na hora eu não tinha percebido, mas não havia sangue em lugar algum. Quando volto para dentro da cabana em busca de Mina me deparo com um homem encapuzado. Não era difícil fazer a matemática, ele foi o responsável pela morte do meu familiar que agora jazia morto no frio. Mas o desgraçado não ia parar por ali, não. Ele queria a minha irmã também. Ele estava segurando o pulso dela com força. Antes que eu conseguisse ir para cima do assassino eu sou preso por uma quantidade inacreditável de cobras. Sem entender da onde aquelas cobras teriam saído sinto a dor delas pressionando minhas pernas e me prendendo ao chão, e, de uma hora para outra, elas já estavam subindo pela minha barriga em direção ao meu pescoço. O frio, o maldito frio do corpo das cobras. A cobra acaba por me picar no pescoço e escuto uma voz calma e fria dizer:- Está tudo bem, ninguém mais precisa morrer. Vou manter a garota segura, Baam. E relaxe, o veneno não vai te matar. Sem mais nem menos ele começa a andar na direção de porta, mas logo se vira e diz: -Ah, a Torre de Deus ainda te aguarda quem sabe você consiga chegar até lá. E então se retira do aposente. Depois disso, só me recordo de tudo ficar escuro e o frio se espalhando ao redor do meu corpo.

Um ano se passa. Depois do ocorrido tive dificuldades de caminhar, mas fui capaz de encontrar uma vila. A Vila da Folha. Desde então eu tive o objetivo de resgatar minha irmã, mas para isso tenho que me tornar mais forte. A única pista que tenho é a maldita torre... tenho que acha-la.

Coordenação: 10/40 Consistência: 05/40
Cognição: 05/40 Chi: 05/40

Maestrias:
•Assassino;
Descrição: A Lâmina que não se vê é a mais mortífera, com cortes tão fundos que lhe causam ferimentos com metade do valor ao longo do tempo;
Armas:
Nada
Taijutsu:
Nada
Genjutsu:
Nada
Ninjutsu:
Nada
Hijutsu:
Nada
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